sábado, 1 de setembro de 2018

Review - Skyroads - PC



Em meados de 90, os computadores ainda sem a potência gráfica que se tem hoje, se utilizavam de um sistema operacional chamado MS-DOS, poucos aqui devem se lembrar dessa época onde era tudo na base de comandos digitados pelo operador afim de executar algo simples como entrar em um diretório, etc..

Hoje em dia podemos voltar no tempo e jogá-los através de um emulador chamado DOS-BOX, mas vamos nos atentar ao jogo. SkyRoads é um jogo simples de fácil movimentação tendo apenas 4 comandos, as laterais esquerda e direita, a velocidade controlada por um display na tela e o salto, que pode ser curto ou alto dependendo do acionamento. O jogo ainda conta com tanque de gasolina que vai se esgotando a medida que o tempo passa impedindo você assim de passar a fase toda numa velocidade que lhe é favorável.

SkyRoads é super simples, um joguinho viciante e irritante ao mesmo tempo, as fases vão se tornando cada vez mais difíceis até impossíveis as vezes, passar pelos dutos no momento exato era um desafio, os gráficos do cenário tirando o fundo que era uma imagem chapada, eram todos com objetos 3D, algumas fases ainda possuem trechos onde não se pode pisar, pois sua nave simplesmente explode.

As músicas são bem suaves, algo importante aqui porque qualquer coisinha pode te tirar a atenção necessária para seguir em frente nesse desafio de obstáculos. Terminando este review descobri uma versão para o Android muito legal que é baseada nele, se chama Skyfrontier, vale a pena dar uma conferida, um excelente jogo para se enfrentar aquela filinha de banco, viagem de busão, metrô, etc...




|__CisNegro__|

Review - Akuji the Heartless - Playstation



Qual irmão arrancaria seu coração e te mandaria para o inferno no seu casamento? Uma frase que choca não é mesmo? Pois bem, ela retrata bem o tipo de jogo que a Eidos trouxe para o playstation.

Akuji The Heartless é um game de plataforma em 3D, no estilo Tomb Raider mesmo, quebra-cabeças aos montes espalhados pelas fases, assim como inimigos bizarros e esquisitos. O game apesar de ter sido lançado bem depois da gloriosa franquia de Lara Croft, pecou em alguns detalhes primários do próprio console, como gráficos ultra estourados e câmeras confusas de visão, o grande trunfo realmente de Akuji fica por conta da profundidade e riqueza dos cenários, ora você está no inferno querido, o quão grande pode ser a sua percepção deste lugar? O game te ajuda e muito a compreender.

A movimentação do nosso pobre herói do coração roubado é boa, o que pega aqui são as ''velhas e conhecidas plataformas dos primeiros games em 3D'' Sim! Elas são um problema aqui, mas nada que você não se acostume ou reacostume a passar e não se esqueça que as câmeras estão ali para te ''ajudar'' caso você precise:rs:

As músicas seguem bem a trilha vodu do enredo, para você que achou que Tomb raider era o mais sinistro que você jogou na época, saiba que esteve esse tempo todo enganado, Akuji the Heartless vale a pena por tamanho capricho com a sua atmosfera e seu enredo macabro, um clássico que infelizmente ficou esquecido na prateleira de algum colecionador.



|__CisNegro__|

domingo, 19 de agosto de 2018

Review - Dinosaurs For Hire - Mega Drive



Um jogo único e absoluto, assim posso definir Dinosaurs for Hire do saudoso Mega Drive. O game é algo como um clone de contra, mas quem se importa? não é todo dia que incorporamos um dinossauro mercenário sedento de sangue.

Dinosaurs for Hire é um game bem abrangente e curto ao mesmo tempo, bonito e esquisito, bom de se ouvir e irritante de se escutar, um game único como disse anteriormente. O jogo é baseado nos quadrinhos da já extinta Malibu Comics, a série teve ao todo poucas tiragens, mas seu enredo, bizarro é verdade, era bastante interessante e intrigante, com toda certeza aquilo merecia um game a altura, e por nossa sorte teve.

O game é uma espécie de clone de Contra, a movimentação dos personagens e a maneira como atiram lembram e muito a franquia da Konami, mas isso não é um problema, o jogo entregou bastante horas de diversão e raiva para seus jogadores. Os gráficos de Dinosaurs for Hire, são simples e extraordinário ao mesmo tempo, mas como assim cara? Bem, você olhando a primeira vista não percebe nada de anormal, os traços dos personagens e dos inimigos são simples, mas ao mesmo tempo são ricos em detalhes, seja num sprite de abrir a boca ao atirar, ranger os dentes quando olha para cima, uma jaqueta de couro, óculos escuros, camisa havaina, ora, isso para mim era capricho, e fala sério é fofo ver um dinossauro vestido.

O enredo do game assim como nas Hqs é o mesmo, Dinossauros Humanóides aterrisam na terra e aprendem a se tornar Mercenários, que coisa hein? Se for no RJ até entendo :edd: mas enfim, escolha seu dinossauro preferido e sai por aí dando tiro e matando chefes gigantes e incríveis pelo caminho, por falar em caminho, no game esbarramos com uma inimiga um tanto conhecida dos jogadores de Mega Drive, um personagem de outro clássico das Hqs, Shadow Yamato de Eternal Champions, aparece como um inimigo em um dos cenários do game, deixando tudo ainda mais divertido. As músicas? Bem, uma mistura de nostalgia e rebeldia metálica que só se encontra no querido Mega Drive.



|__CisNegro__|

domingo, 5 de agosto de 2018

Review - Hyper Iria - SNES



A Banpresto é bem conhecida no mercado por seu vasto acervo de jogos baseados em animes e mangas, no japão então a marca é bem conhecida do mundo gamer. Na era 16 bits, poucos dos games baseados em animes se destacavam, franquias consagradas faziam seu respectivo sucesso mas era bem raro termos de fato bons títulos em games.

Algo controverso nesta questão é um anime não tão conhecido por estas terras, receber um game bem complexo e muito bem detalhado como foi com Hyper Iria para o super nintendo. Claro que bons jogos de luta fizeram e fazem parte do meu acervo especial de games baseados em animes, como o inesquecível Yu Yu Hakusho e Dragon Ball, mas assim como eu, acredito que muitos tenham sentido falta de algo como um bom e velho game de plataforma.

Hyper Iria da Banpresto se destaca logo nos primeiros momentos de gameplay com suas belas mas pequenas CGS com seus traços bem coloridos e detalhados. A parte sonora se faz presente com belas músicas que me lembram muito uma franquia da Capcom, o MegaMan. 

Contudo, o game nos apresenta pequenos e grandes detalhes que nos fazem querer realmente conhecer e jogar o game. Hyper Iria para mim tem apenas 2 pontos negativos, sendo que um deles é uma mera questão de achar uma rom compatível com o inglês, coisa que hoje em dia não se é muito difícil de achar, aliás, não é impossível zerar o game por conta do idioma ser todo em japônes, você apenas levará mais tempo de achar o objetivo em algumas fases, mas o fato do game ser curto, isso não tornará a experiência de jogar desagradável, pelo contrário, pois sou do tempo que se zerava RPG japônes na raça
O outro ponto negativo é a complicada movimentação de Iria, algo que com o passar do jogo você se acostuma, então se pararmos para pensar o game em si não apresenta falhas consideráveis.

O game é um dos excelentes trabalhos da Banpresto para o Super Nintendo, uma pena que tanto o anime quanto o game sejam pouco conhecidos fora do ocidente, ainda assim, nunca é tarde para se conhecer um bom game de plataforma para os 16-bits.


Cis_negro



domingo, 24 de junho de 2018

Review - In Cold Blood - PS1



In Cold Blood - Playstation

São poucos os jogos que nos prendem pelo seu enredo. Um game que consegue reunir um bom enredo e uma boa jogabilidade, aliados a uma boa trilha sonora e bons gráficos, são bem raros de se ver. Na época do Playstation, grandes franquias ascendiam no mercado, grandes clássicos que fulguram até hoje nos consoles da nova geração, foram e ainda são importantes para a grande indústria dos games.

Review - Codename: Gordon - PC


O game hoje é apenas um jogo escondido na steam, mas sua história vai além disso. Codename: Gordon, começou como uma brincadeira dos fãs de Half Life que aguardavam pelo novo título da franquia: Half Life 2, na época haviam muitas especulações sobre o novo game da valve, hoje dona da Steam.

Codename: Gordon é um game de plataforma todo em 2D, ambientado no universo de Half Life, começou com a imaginação de seus idealizadores ao terem acesso aos cartazes de divulgação de Half Life 2, a coisa com o passar do tempo foi ficando séria e uma empresa chamada Nuclearvision resolveu abraçar a idéia e com o game já finalizado, apresentaram o para a Valve, que prontamente distribui o game gratuitamente em sua mais nova plataforma digital de jogos, a Steam.

O jogo, como disse anteriormente, pode ser acessado por um menu secreto dentro da própria Steam, tutorias que não faltam na net para isso, mas vamos falar um pouco desse game tão controverso.

Codename: Gordon, possui um enredo diferenciado da trama mas com ambientações dos dois primeiros jogos da franquia Half Life, não esqueçamos como o jogo foi concebido. Os gráficos vendo de hoje, mas parecem um jogo todo feito em flash, mas para um verdadeiro fã da saga, isso pouco importa, o interessante no game são os seus diálogos e o decorrer da trama. O game todo é bem curtinho, fácil de ser finalizado, é uma proposta de jogo concebida mais como título de curiosidade mesmo, vale a pena para todos os amantes do bom e velho fps.





|__CisNegro__|

Review - Kakuge Yaro - Playstation



Kakuge-Yaro: Fighting Game Creator - Playstation

O que dizer de um game, que ficou por muito tempo desconhecido até mesmo no único país que o lançou, o Japão? Kakuge Yaro é uma daquelas incógnitas do mundo gamer, o jogo é muito caprichado em seus sprites, cenários e músicas, apesar de existirem concorrentes de peso na mesma época, os anos 90 recebiam muito bem novos Fighting Games, então o que aconteceu com este game?

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