quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Review - Operation C - Game Boy


Um port para o Game Boy que reunia os dois melhores mundos da franquia Contra do Nintendinho não tinha como dar errado não é? E não deu, Operation C para Game Boy é um game fascinante da Konami para o portátil da Nintendo, uma pena não terem lançado uma versão em cores para o Game Boy Color.

O game possui os 2 mundos de Contra do nintendinho, Contra e Super Contra, mas não se enganem, o game não se trata de uma cópia ou mistura dos 2, pelo contrário ele mescla ambientações e estilos de ambos, criando um game único no Game Boy, eu o considero um spin off da franquia.

Operation C consegue resumir bem os 2 games da nintendo em um único game, repleto de novos desafios, cenários e chefes, ele traz todo o mundo de Contra para o pequeno Game Boy, músicas, movimentação do personagem assim como a jogabilidade estão todas lá perfeitas no game, algumas ressalvas como a ausência da arma a laser e a dificuldade mais "moderada" do que estávamos acostumados a ver nessa franquia, mas não se engane, Operation C pode parecer ingênuo nas primeiras fases, mas a medida que avançamos, a coisa começa a apertar e aí sim nos damos conta que estamos jogando é aquela franquia maldita da Konami, intitulada Contra.



|__CisNegro__|

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Review - Rage of the Dragons - Arcade




Idealizado para ser uma continuação de Double Dragon de Neo Geo, Rage of the Dragons é um dos muitos exemplos de jogos que já nascem mortos por causa de questões burocráticas. O game nasceu de uma parceria inédita de um estúdio mexicano (Evoga) e a Noise Factory, empresa que já possuía trabalhos anteriores com a SNK e neste caso detinha de uma suposta "licença" para usar a franquia Double Dragon e seus respectivos personagens da trama.

Pois bem, a coisa fluiu até mais ou menos 90% do projeto do game, sim! 90% praticamente pronto, quando a Noise Factory anuncia que perdera o direito de imagem e associação com a franquia Double Dragon, e com isso o resultado que vemos em seguida, neste belíssimo trabalho totalmente arruinado por este pequeno detalhe. 

Rage of the Dragons nasceu e morreu no Neo Geo, uma pena tendo em vista o quão bom ele se propusera a ser para com os seus fãs, uma verdadeira homenagem que ficou ofuscado por nomes com Billy Lewis, Jimmy Lewis e Abubo. Todos sabem o verdadeiro sentido nisto, mas ver o resultado final é no mínimo brochante, imagino como deve ter sido finalizar o projeto tendo que revisar e mudar tudo para não dar problema com direitos autorais.

O game segue um estilo bem parecido com os jogos de luta da SNK, os personagens estão bem equilibrados e seus traços bem mais modernos do que a primeira versão do clássico de luta para Neo Geo Double Dragon, aqui o game segue o estilo de duplas, podendo linkar combos entre os 2 personagens durante a luta, algo que foi seguido em King of Fighters 2003. Minha única ressalva fica para com a escolha das músicas assim como sua execução, não sei o que fato rolou, mas soam muito atrapalhadas e desconexas, quando não estouradas.



|__CisNegro__|



segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Tuff e Nuff - Super Nintendo



Talvez um dos clones mais ousados de Street Fighter 2 da era 16-bits. Tuff e Nuff da Jaleco, era um game de luta bem diferente do que estávamos acostumados a jogar. O game já começa nos mostrando um cenário pós apocalíptico, algo que não era muito comum em games de luta nesta época, outro fator interessante é o fato de o game ser pensando para um jogador solo, mas como assim? Todos games de luta não são assim? Tuff e Nuff tinha algo a mais em seu gameplay.

No modo história, o game nos permite escolher entre 4 personagens, cada um com seu estilo de luta peculiar, nada incomum visto que já havíamos algo parecido em Fatal Fury 1 e Art of Fighting, o diferencial aqui fica por conta dos Powers Ups que ganhamos na medida que avançamos no game, avanço este que é dado por uma espécie de torre construída pelo vilão da trama afim de se isolar e se proteger dos pobres lacaios, algo como a casa dos cavaleiros de ouro em Cavaleiros do Zodíaco, bem interessante né, na torre existe um lutador para cada nível, até chegarmos ao topo onde enfrentamos o temido Jado? Não reparem nos nomes, algo que acho bem discutível neste game é justamente a escolha dos mesmos, mas enfim, um game com ótimos gráficos, um bom enredo aliado a uma boa jogabilidade e algumas músicas questionáveis, este é Tuff e Nuff que já começa esquisito no nome.



|__CisNegro__|










sábado, 15 de dezembro de 2018

Review - Panzer Bandit - Playstation



O  Playstation 1 não recebeu muitos ports do gênero Beat ´up. A discussão em cima desta nova geração de consoles 32-bits era de que como iria ficar alguns gêneros após se readaptarem ao novo sistema, mas o que se viu foi uma nova tendência e evolução natural em todo o gênero. O playstation 1 assim como o Sega Saturn e o Nintendo 64, tiveram bem poucos games Beat ´up de fato, o que se viu foram tentativas de trazer o gênero para o novo modelo 3D, muita coisa ruim apareceu, outras nem tanto, o fato é que o gênero acabara de se evoluir para o que se é conhecido hoje como hack and slash, uma evolução eu costumo dizer do Beat ´up.

No Saturn, tivemos o excelente Guardian Heroes como um ótimo exemplo de Beat ´up raiz com moldes em 3D, o game é perfeito e dispensa comentários, mas vamos nos atentar para o playstation. Panzer Bandit apesar de um game bem obscuro por ficado restrito ao japão, foi e ainda é um dos melhores exemplos do console de um bom game Beat ´up repaginado, não pensaram que a Sony ia deixar barato com a Sega né?

A responsável por tal game foi a Fill in Cafe e na época rumores indicavam uma possível continuação da franquia, mas como o destino não quis, a empresa se desfez e a maioria dos produtores hoje trabalham na Bandai.

Panzer Bandit vem repleto de novidades para o gênero, apesar de andarmos apenas em linha reta e não ser possível alternamos planos na tela como acontecia em Guardian Heroes, o jogo é bem arrumado e não fica com aspecto de bagunçado no decorrer do game, os diversos inimigos que surgem na tela criam um pouco de slowdown, mas nada que interrompa a pancadaria por muito tempo. O jogo começa com você tendo que escolher entre 4 personagens cada qual com sua respectiva habilidade e super ataque, básico de um jogo deste gênero, os gráficos estão muito bem para a sua época, o som e as músicas soam bem aos ouvidos e não nos pertubam, há ainda um efeito de zoom para quando nos afastamos e chegamos perto dos inimigos, bem interessante.

Enfim, Panzer Bandit não pode ser considerado um rival para Guardian Heroes, o título da Sega entrega bem mais variedades e modos que este game, mas uma coisa digo a vocês, neste gênero no playsation 1, não tem para nenhum outro.




|__CisNegro__|

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Review - Batman: Chaos in Gothan - Game Boy Color


O homem morcego sempre esteve em alta nos consoles de mesa e em alguns portáteis, vem sendo cultuado desde a era 8-bits com bons games e outros nem tanto, mas em média é o herói com melhor aproveitamento nos games.

Batman: Chaos in Gothan vem com um enredo paralelo mas não muito distante do habitual dos quadrinhos e desenhos, aqui Batman tenta controlar o caos estabelecido em Gothan após uma onda de ataques dos vilões mais conhecidos da trama, todos é claro, escaparam de Arkhan Asylum.

O game começa nos mostrando a fuga dos vilões da prisão e na sequência Batman acompanhado de Robin, Batgirl e Nightwing, sendo que no game o único personagem jogável é BatGirl. As músicas do game soam bem interessantes no pequeno portátil da nintendo, o problema maior é a repetição delas no percorrer das fases, isto a tornam insuportáveis em alguns momentos, os sons dos ataques assim como os ataques de Batman e seus inimigos parecem sumir de vez em quando mas no geral cumprem bem seu papel.

Um dos pontos fortes do game sem dúvida são os gráficos, aqui eles estão bem caprichados no Game Boy Color, além de uma possuir uma gama interessante de sprites novos e muito bem detalhados, com isso aliado a uma boa dose de ataques diversos e uma jogabilidade bem centrada, Batman: Chaos in Gothan é sem dúvida o queridinho do portátil da nintendo, mas não o único!



|__CisNegro__|

[HACK] NEW SUPER MARIO LAND - SUPER NINTENDO

[HACK] NEW SUPER MARIO LAND - SUPER NINTENDO Um game maravilhoso onde portaram os gráficos de New Super Mario Bross de DS para o supe...