sexta-feira, 26 de julho de 2019

Review - Super Contra - PC Amiga


Antigamente, um grande clássico surgia através dos arcades, não estranhamente, eram os únicos com capacidade gráfica e sonora melhor do que os consoles e computadores domésticos, pelo simples fato de terem sido criados especificamente para determinado jogo, para aquela determinada situação.

Os ports mais tarde, vieram consequentemente para angariar os fãs que começaram a jogar e gostar do jogo ainda nos arcades, tudo normal até aí, o grande problema sem dúvidas foram os ports mal feitos que até hoje em dia persistem.

A franquia Contra estranhamente ficou mais popular e conhecida através dos consoles caseiros, a versão para o nintendinho até hoje é lembrada como o divisor de águas da Konami mas saibam vocês que muito antes deste port surgir, a franquia havia sofrido um bocado nos "computadores gamers domésticos".

Eu vou falar especificamente aqui sobre o "desastre" digo port da versão para o PC Amiga, que não sei se foi a pior de todas conversões mais ficou bem próximo disso, fiquem a vontade para conhecer as versões de DOS e MSX por sua conta em risco.

Super Contra no PC Amiga bem que tentou fazer algo próximo dos arcades, mas falhou muito em tentar isso, os gráficos, som, jogabilidade, em nada se assemelham a versão do arcade, os cenários por exemplo não tem proporção, você joga meio que sufocado dentro do cenário, os traços dos nossos heróis parecem aqueles desenhos que fazíamos no paint quando criança, tudo muito bizarro, não tem como ter uma estratégia aqui, os tiros, o cenário apertado, inimigos, se transformam numa zona horrenda por toda a gameplay, terminar este jogo aqui que é realmente para poucos.



|__CisNegro__|

terça-feira, 9 de julho de 2019

Review - Toy Story 2 - Dreamcast



Uma das poucas franquias de desenho que me fazem gastar dinheiro no cinema hoje em dia. Toy Story é uma espécie de volta ao passado, embora o desenho não seja muito antigo, ele traz consigo um aspecto que muito de nós passamos quando criança, brincar com bonecos.

Assisti o último por esses dias no cinema e ainda continua bom, embora as histórias possam parecer bobas e batidas, a cada novo filme a gente ainda se diverte com este longa que de longe é o desenho mais carismático de todos.

Nos games, Toy Story não teve tanto vigor quanto nas telinhas, poucos jogos e ainda por cima mal aproveitados, fizeram com que a franquia não ganhasse tanta repercussão, ainda assim tivemos alguns jogos que valeram a pena o gameplay.

O game para o Dreamcast na verdade é um port das versões de PS1 e N64, então nada mais normal do que esta ser a melhor versão do jogo para os consoles, com todo seu poderia, o console da sega trouxe o que teve de melhor nas primeiras versões, cutscenes e a melhoria nos gráficos, ambas divididas nas primeiras versões.

O game conta a saga do filme de uma maneira peculiar, aqui Woody é sequestrado e cabe aos seus amigos o salvarem. É nesse ponto que o game se faz confuso, pois acabamos fazendo tanta coisa sem nexo que o foco principal as vezes acaba se perdendo, tirando isso, bons gráficos, músicas, cenários bem elaborados e uma boa jogabilidade fazem de Toy Story 2 ser para mim o melhor game da franquia até hoje já lançado.



|__CisNegro__|

quarta-feira, 3 de julho de 2019

Review - Ninja Warriors - PC Amiga



Um clássico nos arcades dos anos 90, Ninja Warriors logo se espalhou para os consoles domésticos, sendo mais efetivos nos PC´S caseiros. Um port que se destacou na época foi sem dúvidas o da versão do PC Amiga, seja pela sua fidelidade nos comandos ou seja pelo seu belo trabalho com os efeitos sonoros assim como as vozes, ambas idênticas ao original de arcade.

A versão original de Ninja Warriors nunca se destacou nos arcades e tão pouco nos seus primeiros ports, a jogabilidade cansativa e repetitiva teve sua parcela de culpa nisso. Felizmente anos mais tarde uma espécie de "remake" da franquia foi conferida ao Super Nintendo, fazendo com que o game ganhasse mais uma vez uma chance no mercado gamer.

Ninja Warriors para o PC Amiga se utilizou da tática Letterbox para dar mais destaque aos cenários ao fundo, algo que incrementa e destaca ainda mais os detalhes ao fundo, ambos em grande escala, já o responsável pelos som fiel ao arcade ficou por conta do chip em seu hardware.



|__CisNegro__|

segunda-feira, 24 de junho de 2019

Review - Darkwatch - Playstation 2



Algo que foi feito para ser curto, rápido, intenso e assustador, assim acredito que seja Darkwatch para o playstation 2.

Se você procura um bom jogo de tiro que não vá te prender por muitos dias, Darkwatch é a escolha certa, embora seja um game pouco falado e visto, ele não decepciona, e em suas poucas horas de jogatina irão lhe proporcionar bons momentos.

O enredo do game está para algo como velho oeste com vampiros e demônios, a história pode até parecer engraçada mas no decorrer do game você sente a atmosfera pesada a qual Darkwatch foi produzida. Na trama nosso "herói" é um sequestrador de trens no deserto, quando por consequência do destino ele saqueia um trem que continha um cofre com a alma de um vampiro, a partir daí a trama se desenrola de maneira envolvente, quando nosso "herói" é mordido e transformado em um vampiro, seus poderes aliados com armas que coletamos na fase, faz com que o game se torne empolgante e intenso, aonde avançamos em meio a hordas de mortos vivos e demônios por todo o deserto do Arizona afim de deter o próprio mal encarnado.

Os gráficos do game estão bem para a época, são bem caprichados e remetem bem ao velho oeste pós apocalíptico, Darkwatch é um belo FPS com tudo que se tinha direito naquela época, o game foi lançado para o Playstation 2 e para o Xbox, em ambos o multiplayer é seu único defeito, tornando o assim um game basicamente offline, curto, rápido e intenso assim como um disparo de uma arma, vez ou outra é lembrado, uma pena, era uma franquia que ainda podia figurar dentre as grandes.

 

|__CisNegro__|

sábado, 4 de maio de 2019

Review - Alien 3 - Master System




Confesso que relutei em jogar esta versão da franquia por um bom tempo, após ter finalizado as versões de Mega e Super Nintendo, não via a real necessidade em jogá-la. Ainda me recordo de um review que li muito tempo atrás da já extinta revista Ação Games que dizia que ao jogarem esta versão, eles se sentiram como se estivessem num console de 16-bits, anos depois pude entender bem o porque.

A franquia Alien nos cinemas já é algo consolidado a anos atrás e com o boom do terceiro filme da série, veio a onda por explorar games sob a franquia. As versões de Super Nintendo e Mega Drive obviamente se destacaram mais e até hoje são as mais lembradas, eu mesmo comecei pela versão de Mega Drive, mesmo sabendo que a versão da Nintendo era de cara a melhor já lançada, insiste em começar com a de Mega Drive e somente um tempo depois vir a conhecer a do Super Nintendo.

A versão de Master vim a conhecer anos depois com a chegada dos emuladores, não me decepcionei e ainda com aquele review na cabeça, vim a compreender o que de fato eles falavam. Os gráficos e a ambientação dos sons do jogo estão incríveis, são de um total capricho e riqueza de detalhes que chega a parecer de fato se tratar de uma tecnologia a frente daquela época, cenários, os aliens, a Ripley, músicas, enfim tudo muito bem caprichado como se exigirem o máximo do pobre console de 8-bits da Sega, o game sem dúvidas é um entre tantos dos orgulhos da Sega para o seu console.

Alien 3 para Master System segue a risca o propósito do seu irmão mais novo o Mega Drive, o game conta com um temporizador, uma boa atmosfera Dark entre tantos cenários Punks e sombrios que remetem bem a trama do filme, além é claro de vários Aliens nojentos e famintos por sangue.









|__CisNegro__|

quarta-feira, 1 de maio de 2019

Review - Batman Returns - PC MS DOS



Este game poderia ter sido perfeitamente mais um daqueles Beat´up ou action games que tanto se exploravam na época do lançamento do filme, Batman Returns. Mas ao invés disso, porque não trazer para o PC algo mais polido e trabalhado?

Criado pela Park Place, empresa conhecida na época por desenvolver jogos para os computadores, Batman Returns estreia no PC no seu melhor estilo Point and Click, se os consoles tinham o joystick, os pcs tinham o mouse e o teclado, então o estilo foi bem pensado para o game, agora como criar um game do Batman nesses padrões sem que fique chato e cansativo? A resposta parece até meia óbvia, uma mistura de ação com investigação seria algo perfeito para o Batman, porque é basicamente o que o nosso cavaleiro das trevas faz não é mesmo?

Batman Returns para Dos, tinha bons argumentos a seu favor para ser o melhor da franquia, mas como nem tudo estava a seu favor, quando entramos de fato no sistema de batalha, o game entrega seu ponto mais fraco, justamente na parte onde se tinha que ter a ação tão esperada pelos jogadores, acaba se transformando numa tremenda decepção.

O game não chega a decepcionar por conta deste detalhe, aqui ainda encontramos um bom jogo de investigação com elementos chaves que coletamos nas ruas e analisamos mais tarde em nossa batcaverna com o já conhecido supercomputador do Batman, o jogo te dá uma boa liberdade para ir e vir quando quiser, além de contar com um temporizador interno importante para determinar acontecimentos datados. As músicas estão bem discretas e alguns sons chegam a incomodar se num volume alto, ao menos os gráficos estão muito bem acertados para a sua época, ainda hoje bate aquela nostalgia dos pixelados de uma VGA, aliás, este port se daria muito bem no Sega CD.



|__CisNegro__|

[HACK] NEW SUPER MARIO LAND - SUPER NINTENDO

[HACK] NEW SUPER MARIO LAND - SUPER NINTENDO Um game maravilhoso onde portaram os gráficos de New Super Mario Bross de DS para o supe...