segunda-feira, 25 de março de 2019

Review - Super Variable Geo - Super Nintendo


Que os japoneses sempre foram fãs de conteúdo Hentai não é nenhuma novidade não é mesmo? Animes aos montes são lançados e relançados todos os anos no ocidente. Variable Geo apesar de ter nascido com esse propósito, teve seu rumo alterado para se adequar ao mercado de consoles de videogame. Lançado originalmente para um computador doméstico no japão, a franquia logo ganhou força e fama dentre os japoneses, pois unia um jogo de luta com conteúdo Hentai, quem não gosta dessa fusão né?

O enredo é mais um daqueles sem pé nem cabeça, mas como em todo bom filme adulto a história é o que menos importa nesses casos. Vários restaurantes estão organizando uma competição de luta com suas garçonetes, afim de movimentarem seus estabelecimento, então cabe a gente escolher uma dessas meninas e lutar pra valer pelo título de "garota virgem" do ano! Mas que......é essa?

Super Variable Geo surgiu alguns anos depois com seu conteúdo bem capado, algo compreensível visto que o game teve que seguir algumas adaptações para vir para o console da nintendo, esqueçam o fascinante modo história do original e suas maravilhosas cut scenes e adentre em mais um fighting game japonês para o super nintendo.

Os gráficos do game estão bem para a sua época, ao menos os personagens extras foram mantidos nessa versão, a jogabilidade é como qualquer game de luta da época, as músicas e seus efeitos sonoros seguem bem o padrão da série apesar de inferior ao da qualidade CD da versão do PC Engine.

Super Variable Geo é um game bem desconhecido até mesmo pelos fãs da série, a franquia ganharia destaque mais tarde nas versões para o playstation com a série Advanced que ganharia inclusive continuações, enfim cada jogo tem seu público, sendo bom ou não, esta versão é mais um daqueles games que a gente tem aquela curiosidade de conhecer e jogar, nada mais.



|__CisNegro__|


sábado, 16 de março de 2019

Review - Jump Ultimate Stars - Nintendo DS


Há quem hoje ainda pense que Jump Force da Bandai seja o primeiro grande crossover dentre os personagens de animes existentes no mercado japônes, ledo engano, a marca Jump, responsável pelos principais animes japoneses, já vislumbrava esse mercado de games há anos, e já no DS podíamos ter essa maravilhosa experiência de duelar entre os principais personagens de nossos mangás favoritos.

Jump Ultimate Stars para DS reuniu na época 300 personagens em um único game e ainda para um console portátil! Vendo o game hoje, ele ainda surpreende pela tamanha capacidade gráfica e desempenho do jogo num todo. O estilo lembra e muito Smash Bross da própria nintendo, mas cá entre nós, o universo dos mangás era e ainda é muito mais interessante.

O game contagia já nos primeiros minutos de gameplay, apesar das escritas japonesas (hoje já possuem versões da rom em inglês) o game entrega tudo aquilo que o anime se propõe a fazer, duelos épicos, magias e golpes que só o japão consegue imaginar. Há vários modos de jogo, o que mais se destaca é o modo Universo, o qual encaramos centenas de desafios diferentes espalhados em diversas séries de mangás, quando eu digo diversos eu quero dizer diversos mesmo, citando rapidamente aqui: One Piece, Naruto, Cavaleiros do Zodíaco, Bleach, Yu Yu hakusho dentre outros e o mais interessante é que os cenários são compostos de páginas de mangás, como se entrassemos de fato na história, lembram de comix zone?

Infelizmente nem tudo são flores, como disse anteriormente um dos principais "defeitos" é o fato do jogo ser na sua maioria todo em japônes, além de uma IA bem fraca e por vezes enjoada, mas nada que desbloquear novos chars para se jogar não te animem a continuar seguindo em frente, além é claro de um ótimo modo multiplayer onde se jogar com aquele seu amigo fanático por animes não faça tudo valer ainda mais a pena.



|__CisNegro__|





segunda-feira, 4 de março de 2019

Review - Martian Gothic Unification - Playstation



Jogos Survival Horror na época do primeiro console da Sony, o playstation, era algo rotineiro, algo que muitas empresas exploravam por se tratar de um gênero bem aceito pelos consumidores daquela geração. Mas tudo isso foi possível, graças a franquias como Resident Evil, Parasite Eve e até mesmo Silent Hill que elevaram e deram um novo formato para esse tal tipo de jogo.

Martian Gothic unification não se trata de um "exclusivo" do playstation, o game é apenas um port da versão para pc do mesmo ano, algo interessante de se observar levando-se em conta que o game não foi bem em vendas já em sua primeira aparição para o PC.

O game mistura bem algo entre Resident Evil e um emaranhado de quebra-cabeças, não espere muita ação nesta franquia, aqui as coisas vão mais para o lado da exploração e descoberta. Na trama, escrita por Stephen Marley, 3 integrantes de uma equipe de investigadores espaciais, devem checar o que aconteceu numa colonia marciana, visto que anos atrás a estação perdeu todo o contato com a terra. Um dos grandes diferenciais do jogo, talvez seja exatamente isso, aqui controlamos 3 personagens ao mesmo tempo, podendo ser alternado a qualquer momento na trama, mas isso se torna um problema no decorrer de todo o jogo, pois seus idealizadores, acharam por bem separá-los em 3 determinados pontos adicionando um sistema de tubos, sim eu disse tubos para passagem de itens, armas e demais objetos encontrados na exploração de cada um, isso com o tempo se torna um tanto cansativo, mas não deixa de ser interessante a forma como devemos jogar o game.

A jogabilidade de Martian Gothic não é nada diferente do que víamos nessa época, tirando a possibilidade de se alternar entre os personagens e enviar itens e gerir quem faz o que na tripulação é o grande e único diferencial do game, já que os monstros, assim como os zumbis são bem fracos em visto de outros jogos deste gênero. A música assim como os gráficos estão bem para o enredo, nada de excepcional mas também nada de tão ruim de se ouvir.

Martian Gothic Unification é um game mais centrado em explorar e desvendar quebra-cabeças, possuí um belo enredo, uma bela atmosfera a ser explorada mas não vai muito longe disso, um belo game para quem souber apreciá-lo.



|__CisNegro__|










segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Review - Kingsley Adventures - Playstation




Um game que tinha cara e jeitão de ser um game para o público infantil, se mostrou um verdadeiro lobo em pele de cordeiro. Kinglsey´s Adventure começa fofinho e bonitinho e vai se transformando em diabólico e insano no decorrer do jogo, mas o que essa pobre raposa fez de tão grave?

O jogo começa nos contando uma fábula fofa, algo como um cavaleiro tendo que ir defender sua terra próspera de frutas do ataque do terrível "Mago Maligno" Ah! Deve ser aqueles jogos do tipo Mario, Sonic e Rayman em 3D, pode parecer até bobo vendo hoje, mas o jogo é terrivelmente difícil, até mesmo para os padrões de hoje.

A jogabilidade de Kinglsey´s vai bem, algo entre Zelda de 64 e Croc, o que estraga mesmo são as benditas câmeras que sempre saem de cena quando a gente mais precisa, defeitos comuns da primeira geração de jogos em 3D. Os gráficos de Kingsley´s estão bem caprichados, todo o universo do game é em 3D e o jogo da raposinha não faz feio nesse sentido, os sons assim como as músicas é que poderiam ser melhores, mas no geral agradam.



|__CisNegro__|

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Review - Operation C - Game Boy


Um port para o Game Boy que reunia os dois melhores mundos da franquia Contra do Nintendinho não tinha como dar errado não é? E não deu, Operation C para Game Boy é um game fascinante da Konami para o portátil da Nintendo, uma pena não terem lançado uma versão em cores para o Game Boy Color.

O game possui os 2 mundos de Contra do nintendinho, Contra e Super Contra, mas não se enganem, o game não se trata de uma cópia ou mistura dos 2, pelo contrário ele mescla ambientações e estilos de ambos, criando um game único no Game Boy, eu o considero um spin off da franquia.

Operation C consegue resumir bem os 2 games da nintendo em um único game, repleto de novos desafios, cenários e chefes, ele traz todo o mundo de Contra para o pequeno Game Boy, músicas, movimentação do personagem assim como a jogabilidade estão todas lá perfeitas no game, algumas ressalvas como a ausência da arma a laser e a dificuldade mais "moderada" do que estávamos acostumados a ver nessa franquia, mas não se engane, Operation C pode parecer ingênuo nas primeiras fases, mas a medida que avançamos, a coisa começa a apertar e aí sim nos damos conta que estamos jogando é aquela franquia maldita da Konami, intitulada Contra.



|__CisNegro__|

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Review - Rage of the Dragons - Arcade




Idealizado para ser uma continuação de Double Dragon de Neo Geo, Rage of the Dragons é um dos muitos exemplos de jogos que já nascem mortos por causa de questões burocráticas. O game nasceu de uma parceria inédita de um estúdio mexicano (Evoga) e a Noise Factory, empresa que já possuía trabalhos anteriores com a SNK e neste caso detinha de uma suposta "licença" para usar a franquia Double Dragon e seus respectivos personagens da trama.

Pois bem, a coisa fluiu até mais ou menos 90% do projeto do game, sim! 90% praticamente pronto, quando a Noise Factory anuncia que perdera o direito de imagem e associação com a franquia Double Dragon, e com isso o resultado que vemos em seguida, neste belíssimo trabalho totalmente arruinado por este pequeno detalhe. 

Rage of the Dragons nasceu e morreu no Neo Geo, uma pena tendo em vista o quão bom ele se propusera a ser para com os seus fãs, uma verdadeira homenagem que ficou ofuscado por nomes com Billy Lewis, Jimmy Lewis e Abubo. Todos sabem o verdadeiro sentido nisto, mas ver o resultado final é no mínimo brochante, imagino como deve ter sido finalizar o projeto tendo que revisar e mudar tudo para não dar problema com direitos autorais.

O game segue um estilo bem parecido com os jogos de luta da SNK, os personagens estão bem equilibrados e seus traços bem mais modernos do que a primeira versão do clássico de luta para Neo Geo Double Dragon, aqui o game segue o estilo de duplas, podendo linkar combos entre os 2 personagens durante a luta, algo que foi seguido em King of Fighters 2003. Minha única ressalva fica para com a escolha das músicas assim como sua execução, não sei o que fato rolou, mas soam muito atrapalhadas e desconexas, quando não estouradas.



|__CisNegro__|



[HACK] NEW SUPER MARIO LAND - SUPER NINTENDO

[HACK] NEW SUPER MARIO LAND - SUPER NINTENDO Um game maravilhoso onde portaram os gráficos de New Super Mario Bross de DS para o supe...